Falar sobre a gramática da língua portuguesa não é uma tarefa fácil. Realmente a maior dificuldade para qualquer falante, seja ele nativo, ou quem está aprendendo nosso idioma, é compreender todas às regras e exceções que acabam causando muita confusão.
Contudo, existem alguns erros que são mais comuns do que outros, e que você deveria parar de cometê-los agora mesmo. Lembre-se que a escrita é uma das formas de expressão mais utilizadas no cotidiano, fazendo diferença em diversos aspectos de nossa vida.
Lembre-se que, evitar os erros de português podem fazer toda diferença, caso você esteja fazendo uma redação, uma prova, ou até mesmo no ambiente de trabalho, onde seus erros frequentes podem manchar sua reputação na empresa em que trabalha.
Talvez agora você esteja se perguntando: quais são esses erros que todo mundo comete. Se você está se questionando isso, pode ficar tranquilo, a partir de agora, vamos apresentar quais são os erros mais comuns, dando suas explicações para que assim você possa evitá-los de uma vez por todas.
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A vírgula pode transformar completamente o sentido de uma frase, mas seu uso nem sempre é intuitivo. Seja para separar ideias, introduzir elementos explicativos ou isolar expressões, o manejo correto da vírgula é um fundamental para a escrita fluída e compreensível.
Apesar de parecidas, essas expressões são antônimas. A primeira indica oposição, enquanto a segunda, concordância. Conhecer o contexto correto de cada uma evita interpretações equivocadas.
Eles são palavras que se assemelham na forma ou som, mas divergem em significado, levando a confusões frequentes. Um exemplo clássico é “concerto” (apresentação musical) e “conserto” (reparo). Outras duplas incluem “acento” e “assento”, “sessão”, “cessão” e “seção”, “calda” e “cauda”, bem como “eminente” e “iminente”. Atenção a essas armadilhas pode salvar seu texto de equívocos.
Este sinal é usado para unir palavras e indicar relações específicas, como em “anti-inflamatório” e “bem-estar”. Conhecer as regras de sua aplicação é essencial para a precisão ortográfica.
“Mais” é usado para expressar quantidade ou intensidade, e “mas”, para introduzir uma contraposição. O entendimento correto dessas palavras aprimora a articulação de ideias.
“Onde” refere-se a localização, enquanto “aonde”, que inclui a preposição “a”, sugere movimento. A escolha adequada entre eles contribui para a clareza e correção do texto.
Essas palavras, embora similares na escrita, desempenham funções distintas. “Há” indica passado, enquanto “a” é uma preposição comum, e “à”, com crase, sugere direção ou tempo específico. O domínio dessas diferenças é fundamental para a clareza da mensagem.
A confusão entre esses verbos pode alterar o sentido do texto. “Vir” relaciona-se a chegar, “ver” a observar, e “vier” é o futuro do subjuntivo do verbo vir. A precisão no uso desses verbos é crucial.
Esses pronomes demonstrativos ajudam a orientar o leitor no texto. “Este” é usado para algo próximo ao momento da fala ou mencionado pela primeira vez, enquanto “esse” refere-se a algo já discutido. A escolha acertada entre eles ajuda na coesão textual.
Embora muitos os usem como sinônimos, “em vez de” aplica-se a substituições e alternativas, enquanto “ao invés de” denota contrariedade extrema. Essa distinção enriquece o texto com precisão semântica.
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