O câncer é um termo utilizado para identificar um grande grupo de doenças que podem afetar qualquer parte do corpo. Outros termos muito utilizados são os tumores malignos e neoplasias. Todavia, uma característica que define o câncer é a rápida criação de células anormais que crescem pelo corpo e se espalham para outros órgãos.
Segundo dados da publicação Estimativa 2023 — Incidência de Câncer no Brasil, lançada pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer). O Brasil deve registrar 704 mil novos casos de câncer a cada ano entre 2023 e 2025.
Esse número se torna cada vez mais preocupante por identificar o aumento de casos de doença, que nos próximos anos (2023 – 2025) vão aumentar em quase 13% quando comparados às estimativas do triênio anterior (2020 – 2022), que apontavam 625 mil casos novos a cada ano.
Vamos conferir os tumores mais comuns e que mais devem ter novas incidências no Brasil nos próximos períodos entre 2023 e 2025 com base nas estimativas do INCA.
| Localização primária | Casos | Porcentagem |
| Mama | 73.610 | 30,1% |
| Cólon e Reto | 23.660 | 9,7% |
| Colo do útero | 17.010 | 7% |
| Traqueia, Brônquio e Pulmão | 14.54 | 6% |
| Glândula Tireóide | 14.160 | 5,8% |
| Estômago | 8.140 | 3,3% |
| Corpo do útero | 7.840 | 3,2% |
| Ovário | 7.310 | 3% |
| Pâncreas 5.690 2,3% | 5.690 | 2,3% |
| Linfoma não Hodgkin | 5.620 | 2,3% |
| Localização primária | Casos | Porcentagem |
| Próstata | 71.730 | 30% |
| Cólon e Reto | 21.970 | 9,2% |
| Traqueia, Brônquio e Pulmão | 18.020 | 7,5% |
| Estômago | 13.340 | 5,6% |
| Cavidade oral | 10.900 | 4,6% |
| Esôfago | 8.200 | 3,4% |
| Bexiga | 7.870 | 3,3% |
| Laringe | 6.570 | 2,7% |
| Linfoma não Hodgkin | 6.420 | 2,7% |
| Fígado | 6.390 | 2,7% |
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Conforme dados apresentados pelo estudo, as regiões que vão concentrar a maioria dos casos (70%) são as regiões Sul e Sudeste. Onde, nessas duas regiões, os tipos mais prevalentes são:
Em seguida as regiões com maiores prevalências são Norte e Nordeste, vejamos:
Por fim, na Região Centro-oeste teremos as seguintes prevalências:
Conforme especialistas, o estudo possibilita um raio-x sobre a doença, onde é possível criar estratégias de prevenção assim como de controle.
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