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Estudo diz que Acreditar no Papai Noel não faz as crianças se comportarem melhor

Você acredita que é importante seu filho acreditar em Papai Noel? Será que as crianças são afetadas emocionalmente quando acreditam no bom velhinho? Um estudo sugere que acreditar no Papai Noel não necessariamente faz as crianças se comportarem melhor. 

O estudo apontou que, embora as crianças possam se comportar melhor temporariamente por medo de serem “boas ou más” na lista do Papai Noel, esse comportamento não é sustentado a longo prazo.

Pesquisadores das Universidades de Durham, Oxford, Edinburgh e Leeds, no Reino Unido, afirmam que essa teoria não contribui para que os pequenos se comportem bem por longos períodos. Na verdade, algumas passam a ter bom comportamento só para ganhar o presente de Natal e não ficar na lista negra do Papai Noel.

O comportamento infantil é influenciado por uma variedade de fatores, como educação, ambiente familiar e desenvolvimento individual. A crença em figuras mágicas como o Papai Noel pode ser apenas um aspecto menor desse complexo cenário.

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O Estudo

Para chegar a essa conclusão, a equipe recrutou 533 crianças com idades entre 4 e 9 anos, acompanhadas durante três Natais – 2019, 2021 e 2022. Os especialistas pediram aos pais que relatassem o comportamento dos seus filhos em dois momentos: até seis semanas antes do Natal e na semana anterior ao dia de Natal.

As crianças tinham que seguir algumas regras como ser generosas (compartilhando brinquedos e convidando outras crianças para brincar); ter respeito (devendo respeitar a autoridade e as regras); devia ajudar (neste caso, ajudar os pais nas tarefas domésticas), saber confortar aqueles que estavam se sentindo mal.

Também foi avaliado se algumas delas eram agressivas (ser agressivas com os outros) e egoístas (tomar coisas que não lhes pertenciam, mentir e ter crises de raiva).

O estudo também ouviu os pais. Eles tiveram que responder qual era o nível de crença de seus filhos no Papai Noel e o quanto eles se envolviam em atividades festivas, como montar uma árvore, cantar canções natalinas, ouvir músicas de Natal, comer comida de Natal, frequentar os cultos ou Missas da igreja de Natal e assistir a filmes de Natal.

No geral, os pesquisadores não encontraram qualquer ligação entre a crença no Papai Noel e o bom comportamento. No entanto, foi observado que as crianças se comportavam melhor à medida que o dia 25 de dezembro se aproximava – mas apenas nas famílias que participaram de tradições natalinas, como decorações e canções de Natal. “Embora o efeito seja pequeno, ele é observado de forma consistente e é atribuído principalmente à participação em rituais natalinos”, afirma a equipe.

Fonte: Portal de Notícias G1

Jorge Roberto Wright

Jorge Roberto W. Cunha, jornalista há 38 anos, atuando na redação de jornais impressos e digitais. Especializado em notícias de variedades, TV, entretenimento, economia e política.

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