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Na manhã desta terça-feira (16), a Petrobras anunciou o fim da paridade de preços do petróleo com o dólar e o mercado internacional. Além de afirmar que trará uma nova mudança na política de preço dos combustíveis, agora o presidente da estatal, Jean Paul Prates, trouxe um grande anúncio.
O anúncio do presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, nesta terça, foi com relação a uma grande redução nos preços da gasolina, do óleo diesel, assim como do gás de cozinha. Os novos preços começam a valer a partir desta quarta-feira (17/05).
A afirmação de Prates ocorreu em conjunto com Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, após reunião entre os dois que ocorreu nesta manhã em Brasília.
A redução no preço dos combustíveis nas distribuidoras terá início nesta quarta-feira, confira:
Com relação às denominações “gasolina A” e “diesel A”, ambas se referem ao combustível puro — antes da mistura com álcool e biodiesel, respectivamente.
Com a nova redução no preço, o botijão de gás de cozinha, por exemplo, deve ficar abaixo dos R$ 100. Entretanto, assim como anunciado, o grande problema pode estar ligado ao valor de revenda, tendo em vista que o mesmo não é diretamente controlado pelo governo.
Após anúncio da redução do preço dos combustíveis. Prates afirmou ainda que a nova política de preços da estatal não deve se afastar da referência internacional de preços. Segundo o presidente da Petrobras, o preço global do petróleo será considerado, mas em outro modelo.
A nova estratégia comercial divulgada nesta manhã pela estatal leva em consideração o custo alternativo do cliente, como valor a ser priorizado na precificação e o valor marginal para a Petrobras.
Vamos entender o que significa cada uma dessas considerações:
O custo alternativo do cliente, como valor a ser priorizado na precificação: O custo alternativo do cliente contempla as principais alternativas de suprimento, sejam eles de fornecedores dos mesmos produtos quanto de produtos substitutos.
Valor marginal para a Petrobras: O valor marginal é baseado no custo de oportunidade dada as alternativas para a companhia, dentre elas, a produção, importação e exportação do referido produto ou dos petróleos utilizados para refino.
“Estamos comunicando ao mercado um ajuste na estratégia comercial de composição de preço e nas condições de venda. Esse modelo maximiza a incorporação de vantagens competitivas, sem se afastar absolutamente da referência internacional dos preços”, disse o presidente da Petrobras.
“Quando digo referência, não é paridade de importação. Portanto, quando o mercado lá fora estiver aquecido, com preços fora do comum e mais altos, isso será refletido no Brasil. Porque abrasileirar o preço significa levar vantagens em conta, sem tirar nossas vantagens nacionais”, completou Prates.
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