Governo estuda mudar as regras do FGTS / Imagem freepik
Parece que o governo federal está planejando mudanças nas regras do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Seguro-Desemprego. Pelo menos é o que desejam os ministros Fernando Haddad e Simone Tebet. Eles estão analisando propostas extras de ajuste fiscal. Trata-se de um pacote de medidas para ajustar o orçamento público. As alterações nas regras podem ter impactos significativos na vida de milhões de pessoas.
No entanto, o pacote de medidas não agradou nem um pouco as principais centrais sindicais, que enviaram uma nota ao governo. Além da Força Sindical, também assinaram a nota a UGT (União Geral dos Trabalhadores), a CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), a NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores) e a CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)., à exceção da CUT, aliada do governo.
O governo tem intenção de reduzir o valor ou a duração do seguro-desemprego. Caso seja aprovada, a medida vai dificultar a vida de trabalhadores que perderam seus empregos.
Também o FGTS teria mudanças nas suas regras, a alteração seria na multa de 40% devida em caso de demissão sem justa causa. Qualquer mudança nesse aspecto pode enfraquecer essa proteção ao trabalhador.
Na verdade, os ministros têm em mente usar a multa do FGTS para financiar o Seguro-Desemprego. Segundo eles, a medida poderia reduzir os custos para o governo. No entanto, quem sairia prejudicado seria o trabalhador, pois a decisão irá diminuir o valor disponível para o empregado no momento da rescisão do contrato de trabalho.
O pacote sugerido pelo governo se deve aos gastos com o pagamento do Seguro-Desemprego. Nos 12 meses até agosto de 2023, os gastos passaram de R$ 47,6 bilhões para R$ 52,4 bilhões.
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