O mundo está mudando em diversas situações, antes o número de mulheres que comandavam uma família era bem inferior. Mas isso vem mudando com o passar do tempo. O número de mulheres que se tornaram chefes de família sem a presença de um homem tem aumentado.
Essa condição é graças às mudanças nas estruturas familiares e nas oportunidades de emprego para mulheres. A mulher passou a ter uma participação maior no mercado de trabalho. Elas atualmente estão a procura de equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Também tem contribuído para essa mudança, as políticas públicas voltadas para a igualdade de gênero.
O aumento do número de mulheres chefes de família no Brasil é um reflexo das mudanças significativas nas estruturas familiares e nas oportunidades de emprego para mulheres.
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Dados do Censo divulgados nesta sexta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que, em 2022, o Brasil tinha 72 milhões de unidades domésticas. Isso representa um aumento de 15 milhões de lares em comparação com 2010, quando havia 57 milhões de unidades domésticas.
De acordo com o Censo, em alguns estados as mulheres já são maioria entre os responsáveis pelos lares. Confira:
No Rio de Janeiro, por exemplo, houve uma significativa mudança desde 2010, quando 61,3% dos responsáveis eram homens e 38,7% eram mulheres. Atualmente, elas são responsáveis por mais de 50% das residências em 10 estados, com os maiores índices em Pernambuco (53,9%), seguido de Sergipe (53,1%) e Maranhão (53,0%).
De acordo com o IBGE, em 2022, as famílias formadas por por cônjuge ou companheiro(a) de gênero diferente, era de 57,5%, porém, houve uma uma redução em relação a 2010, quando esse percentual era de 65,3%.
Já a proporção de pessoas do mesmo gênero que moram juntas aumentou de 0,1% em 2010 para 0,54% em 2022.
O Censo também apontou que o número de casas brasileiras com pessoas morando sozinhas cresceu em todas as faixas etárias. Em 2010, 12% dos lares brasileiros tinham apenas uma pessoa. Em 2022, o percentual subiu para 19%.
Ficou concluído que 49,1% dos lares brasileiros são chefiados por mulheres, o que representa uma mudança em relação ao Censo de 2010, quando os homens eram responsáveis por 61,3% dos lares.
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