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Sempre vamos estar preocupados com o futuro e o que pode vir acontecer! Em 1920, também se pensava no futuro. Os anos 20 foram de grandes mudanças e inovações. Naquela época, alguns autores resolveram fazer previsões para o futuro, que por incrível que pareça, foram de grande acerto. Um desses autores é J.B.S. Haldane, que escreveu o livro “Dédalo: A Ciência e o Futuro”. Seu livro foi publicado em 1923, nele, Haldane previu avanços impressionantes como a reprodução humana, a produção de energia e muitos outros desenvolvimentos tecnológicos que se tornaram realidade.
Haldane foi um cientista brilhante, que ousou imaginar o futuro da ciência e da tecnologia, e muitas de suas previsões se mostraram notavelmente precisas. O artigo “Os livros dos anos 1920 que previram o futuro: E acertaram muito!” da Notícias ao Minuto apresenta uma análise fascinante de obras literárias da década de 1920 que, surpreendentemente, previram avanços e mudanças que se concretizariam no futuro.
Ectogênese: Haldane previu a possibilidade de gerar embriões humanos fora do corpo, uma ideia que se aproxima da realidade com os avanços da fertilização in vitro e outras tecnologias de reprodução assistida.
Energia eólica: O livro já vislumbrava o uso da energia eólica como fonte de energia, algo que se tornou realidade e é cada vez mais importante no cenário atual de preocupação com as mudanças climáticas.
Terapia de reposição hormonal: Haldane antecipou o desenvolvimento da terapia de reposição hormonal, um tratamento hoje comum para mulheres na menopausa.
Transporte de alta velocidade: O autor imaginou meios de transporte de alta velocidade, como trens de alta velocidade e aviões a jato, que se tornaram realidade décadas depois.
Comunicação rápida: Haldane previu a comunicação rápida e globalizada, algo que vivemos hoje com a internet e os dispositivos móveis.
Catástrofe climática: O livro já alertava para a possibilidade de uma catástrofe climática, um tema urgente e atual.
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“R.U.R. (Rossum’s Universal Robots)” (1920) escrita por Karel Čapek, é uma peça de teatro, que ficou famosa por introduzir a palavra “robô” ao mundo. O autor imaginou um futuro onde os robôs, seres artificiais, são criados para servir os humanos, mas eventualmente se rebelam contra seus criadores. A peça explora temas de inteligência artificial, ética e a relação entre humanos e máquinas.
“O Fundador de Repúblicas” (1920), escrito por H.G. Wells previu a criação de armas de destruição em massa, como as bombas atômicas, e discutiu as possíveis consequências de tais tecnologias. O autor também abordou temas como a centralização do poder e o impacto da tecnologia na sociedade.
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