Pode parecer estranho, mas você já pensou a fundo sobre as mudanças da reforma ortográfica na língua brasileira? Será que há novas letras? Foto: arquivo/ CanvaPro.
Muita gente ainda torce o nariz quando ouve falar na reforma ortográfica da língua portuguesa. E não é para menos! Já se passaram mais de dez anos desde que as mudanças entraram em vigor, mas ainda tem quem fique na dúvida na hora de escrever certas palavras. Mas, afinal, quais foram as grandes mudanças? E, mais especificamente, o alfabeto realmente ganhou novas letras?
A reforma ortográfica, que começou a ser implantada em 2009 e se tornou obrigatória em 2012, veio com o objetivo de padronizar o idioma nos nove países que têm o português como língua oficial. Mas, mesmo com essa intenção nobre, muita gente ainda se confunde com as regras, principalmente na hora de escrever sem trema, sem alguns acentos e, claro, ao lidar com aquelas letras que antes pareciam “de fora” e agora estão oficialmente no alfabeto.
Sim, o alfabeto da língua portuguesa ficou mais completo! As letras “K”, “W” e “Y” passaram a fazer parte oficialmente da nossa escrita. Mas peraí, elas já não existiam? Existiam, mas eram consideradas “estranhas” ao português, sendo usadas apenas em casos específicos, como em siglas (tipo “km/h”) e nomes estrangeiros.
Agora, essas letras têm status oficial e aparecem naturalmente em palavras que já faziam parte do vocabulário cotidiano, como:
Além disso, também se consolidaram em nomes próprios de lugares e pessoas, como:
Ou seja, as letras “K”, “W” e “Y” não são exatamente uma novidade no dia a dia, mas agora fazem parte oficialmente do alfabeto, que passou a ter 26 letras.
Mas não foi só o alfabeto que mudou, né? Outras regras também foram alteradas e, até hoje, dá um certo bug na cabeça de muita gente.
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Não adianta chorar! O querido trema foi aposentado. Mas as palavras continuam sendo pronunciadas do mesmo jeito. Então, “linguiça”, “tranquilo” e “conseqüência” não perderam o som, mas perderam os dois pontinhos.
Aqui a mudança deu dor de cabeça! O hífen foi eliminado quando o prefixo termina em vogal e a segunda palavra começa com vogal diferente. Agora escrevemos “autoescola” e “microondas” sem o tracinho. Mas, se a segunda palavra começar com “h”, o hífen continua firme, como em “super-homem”. Além disso, quando o prefixo termina com a mesma letra que inicia a segunda palavra, o hífen também fica: “anti-inflamatório”, por exemplo.
Muita gente ainda estranha algumas dessas mudanças, mas a verdade é que o objetivo sempre foi facilitar a comunicação entre os países lusófonos. Mas, claro, adaptar-se a novas regras leva tempo!
A dica para não errar é simples: leia bastante, mantenha-se atualizado e, se pintar aquela dúvida cruel, dê uma olhadinha no dicionário ou em um bom corretor ortográfico. Afinal, pode até parecer um detalhe, mas escrever corretamente é sempre um diferencial.
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