Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Após alguns meses de espera, finalmente o salário mínimo terá o novo reajuste prometido pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O novo valor terá vigência a partir do próximo dia 1º de maio.
Todos os aposentados e pensionistas do INSS, assim como todos os trabalhadores brasileiros que atualmente recebem R$ 1.302, serão recompensados com o novo mínimo de R$ 1.320.
É importante lembrar que apesar de começar a valer em maio, a maioria dos brasileiros terá acesso ao novo valor em junho, quando as empresas e o governo pagarão a folha de pagamentos de maio.
O novo salário mínimo será R$ 1.320 a partir do dia 1º de maio. A política federal de reajustes levará em conta a reposição inflacionária e o crescimento do PIB (Produto Interno do País).
Conforme informado por Lula, a elevação do salário mínimo é um “compromisso com o povo brasileiro”. A retomada da política de valorização do mínimo é promessa de campanha de Lula e foi citada pelo político nos discursos de posse.
O presidente também confirmou que a nova regra de reajuste do salário mínimo será baseada no PIB (Produto Interno Bruto) — que reflete a soma das riquezas produzidas no país — de dois anos anteriores; e a inflação relativa ao INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).
Assim sendo, o governo deverá retornar a antiga política de valorização do salário mínimo, que já existia até 2020, quando o antigo governo passou a considerar apenas a inflação para corrigir o piso salarial nacional.
A partir de 1º de maio, as empresas privadas devem considerar o novo piso nacional de R$ 1.320 para pagamento de seus funcionários, assim sendo não será permitido que as empresas continuem pagando os atuais R$ 1.302.
Entretanto, como no pagamento de maio ocorre referente a folha de abril, ainda em maio os trabalhadores vão receber R$ 1.302, mas, a partir de junho, quando se paga a folha de maio, será obrigatório que todas as empresas ajustem o pagamento para R$ 1.320.
Trabalhadores só podem receber menos que um salário mínimo quando exercem atividade com jornada reduzida, ou seja, abaixo de 8 horas de trabalho diário, onde é possível oferecer um valor proporcional a quantidade de horas trabalhadas.
Nos casos de quebra de normas, mesmo que firmado em contrato de trabalho, o trabalhador pode prestar queixa na Justiça do Trabalho de forma anônima caso queira, para que a empresa possa ser autuada e consequentemente corrigir o piso salarial.
Muitos brasileiros desejam se aposentar e segundo o INSS 11% da população brasileira recebe o…
Muito provavelmente você já deve ter pensado em fazer uma faculdade, mas entre tantos motivos,…
Para conseguir ter acesso aos benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), um dos…
Os problemas de coluna são muito mais comuns do que se imagina, prova disso é…
O sistema de aposentadoria do Brasil funciona, mas está longe de ser considerado um dos…
A obesidade é um assunto sério, e quando pensamos em aposentadoria, as pessoas não fazem…