Em um mundo em constante evolução, a transformação é a única constante. A sociedade e seus hábitos são moldados pelas necessidades e compreensões do momento, tornando práticas outrora comuns algo quase irreconhecível à luz do presente. À medida que avançamos, muitas tradições e costumes que eram tidos como normais em eras passadas agora nos parecem peculiares, se não totalmente bizarros.
Mas o que explica essa mudança de perspectiva? E que tipos de práticas comuns no passado hoje seriam consideradas estranhas ou até inaceitáveis? Prepare-se para uma fascinante viagem através do tempo, enquanto exploramos 10 hábitos e práticas que eram tidos como corriqueiros em épocas passadas, mas que atualmente fariam muitos de nós arquear as sobrancelhas em surpresa ou desconforto.
Este costume não só era estranho, como também potencialmente fatal. Na década de 1950, o entendimento sobre materiais radioativos era escasso e até mesmo a comunidade científica não tinha pleno conhecimento sobre suas implicações.
Devido a essa lacuna de informação, surgiu uma linha de brinquedos para crianças que continham componentes radioativos. Com o conhecimento que temos hoje, entendemos os perigos dessas substâncias para a saúde humana. Alguns desses brinquedos continham, incrivelmente, elementos como urânio e polônio.
Houve um tempo em que o ato de fumar era muito mais difundido do que nos dias atuais. Fumar era visto como um símbolo de sofisticação e modernidade, frequentemente associado a figuras públicas e artistas.
Em consequência, era comum ver pessoas fumando em ambientes fechados, incluindo restaurantes, estabelecimentos comerciais, locais de trabalho e até mesmo durante voos.
Isolada pela primeira vez em 1859 pelo cientista alemão Albert Niemann, a cocaína, um composto químico extraído da planta Erythroxylon coca, chegou ao mercado americano como medicamento em 1882. A substância era frequentemente prescrita para aliviar dores dentárias em crianças e também como tratamento para a gota, uma condição médica que provoca intensas dores articulares e pode levar à artrite aguda.
Durante o século 19, especialmente no período Vitoriano no Reino Unido, as normas sociais e etiquetas eram altamente rigorosas. Esse rigor se intensificava quando se tratava de visitas à praia, principalmente para mulheres consideradas “respeitáveis” ou “de boas famílias”.
Naquele tempo, jovens senhoras que desejavam se banhar no oceano tinham à sua disposição um dispositivo projetado para protegê-las de olhares curiosos, sobretudo masculinos, e garantir a sua privacidade. Conhecidas como “máquinas de banho”, essas estruturas se tornaram bastante populares naqueles dias.
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Tudo teve início com uma necessidade funcional. Até o ano de 1913, o sistema postal dos Estados Unidos se limitava ao envio de correspondências escritas, com um peso máximo de 2 libras (aproximadamente 907 gramas). Com a introdução do serviço de encomendas, tornou-se possível enviar pacotes com um peso de até 11 libras (cerca de 4,98 kg).
Foi então que os pais de um bebê de 8 meses, chamado James Beagle, fizeram alguns cálculos e pesagens. O pequeno James pesava 10 libras, e concluíram que seria possível enviá-lo via correio para passar algum tempo com sua avó. A agência dos correios, diante da ausência de regras específicas que proibissem o envio de seres humanos, não teve outra escolha senão aceitar, carimbar e expedir o “pacote humano”.
O conceito de despertador como conhecemos hoje só ganhou forma em torno de 1847, e demorou algumas décadas para se tornar um objeto doméstico comum. Antes disso, especialmente durante o período da Revolução Industrial, a necessidade de acordar cedo para o trabalho era atendida por métodos bastante distintos. Surpreendentemente, na década de 1820, a tarefa de acordar as pessoas era uma profissão legítima, exercida por indivíduos dedicados a essa função.
Muitas pessoas se perguntam o que era utilizado antigamente, antes de existir o papel higiénico. Pois bem, saiba que foi descoberto que, tanto os gregos quanto romanos, utilizavam pequenas pedras e pedaços de argila para se limparem.
Certamente um dos hábitos mais estranhos que já existiram, a prática de tirar fotografias de pessoas falecidas era uma maneira que as famílias do século XIX encontravam para eternizar a memória de seus entes queridos que partiram. Nesse ritual, os corpos eram posicionados de tal forma que parecessem vivos para o retrato. Fotógrafos até chegavam ao ponto de desenhar olhos sobre as pálpebras fechadas para dar um aspecto mais natural às imagens.
Antes do estabelecimento de conexões irrefutáveis entre o consumo de tabaco e várias enfermidades sérias como câncer e problemas cardíacos e pulmonares, o ato de fumar não era inteiramente desaconselhado pela medicina. De fato, o tabagismo era frequentemente considerado benéfico em alguns casos, especialmente devido às suas propriedades calmantes. Era até mesmo prescrito para mitigar ansiedades e inibições, bem como para controlar o apetite.
No século XIX, uma onda de “distúrbios emocionais” varreu as mulheres da elite londrina. Qualquer comportamento atípico, como desobedecer ao marido ou mostrar sinais de ansiedade e irritação, era motivo para uma visita ao médico. O renomado Dr. Robert Dalrymple frequentemente diagnosticava esses casos como “histeria”, acreditando que a origem estava em algum problema uterino.
A solução prescrita era surpreendente: massagens clitorianas prolongadas, executadas pelo próprio médico em seu consultório. Tal prática era vista sem conotações sexuais, comparável a um exame de próstata hoje em dia. A invenção do vibrador foi posteriormente introduzida como uma ferramenta de auxílio nesse tratamento.
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