A calvície masculina é um fenômeno que vai além da simples perda de fios de cabelo; ela se transforma em um dilema emocional e estético que afeta a autoestima de muitos homens. Conhecida no campo médico como alopecia androgenética, essa condição hereditária e irreversível manifesta-se geralmente através do surgimento de entradas e de um afinamento notável dos fios na parte superior da cabeça. E enquanto alguns homens começam a notar essas mudanças já na juventude, outros são confrontados com elas mais adiante na vida.
A questão se complica ainda mais quando consideramos que a calvície masculina tem sido associada a uma variedade de outros problemas de saúde, como hipertensão e diabetes. E embora a ciência ainda não tenha decifrado completamente a relação entre estas condições e a perda de cabelo, há consenso quanto ao papel crucial da testosterona.
Este hormônio, em altos níveis em homens predispostos à calvície, se transforma em di-hidrotestosterona, contribuindo para o enfraquecimento dos folículos capilares e, consequentemente, para a fragilidade dos fios.
Com a era digital, uma infinidade de “soluções milagrosas” para a calvície circula pela internet, tornando difícil discernir o que é eficaz do que é apenas um mito. Por isso, hoje vamos explorar sete abordagens de tratamento comprovadas para ajudar a tratar ou amenizar os efeitos dessa condição tão comum, mas ainda mal compreendida.
Para combater a alopecia androgenética, medicamentos orais como Finasterida e Dutasterida têm sido úteis. A Finasterida age como um inibidor da enzima 5-alfa-redutase, que converte testosterona em di-hidrotestosterona (DHT), o hormônio que debilita os fios. Entretanto, um efeito colateral pode ser a redução da libido. O tratamento deve ser contínuo para manter os resultados.
O Dutasterida é um medicamento mais potente que a Finasterida e pode ser mais eficaz na redução da queda de cabelo, mas traz consigo efeitos colaterais mais severos como ginecomastia e disfunção sexual.
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Minoxidil é um tópico famoso não só para tratar a calvície mas também para estimular o crescimento da barba. Ele melhora a vascularização do couro cabeludo, favorecendo o crescimento dos fios.
Ditranol e pomadas à base de corticosteroides são usados em casos mais específicos, como psoríase e alopecias mais leves, mas os resultados são temporários.
Pequenos impulsos elétricos são aplicados no couro cabeludo para revitalizar as células foliculares e melhorar a circulação sanguínea, tornando os fios mais robustos.
Este método usa um feixe de luz para estimular o crescimento capilar e melhorar a circulação sanguínea no couro cabeludo, sendo uma opção indolor e não invasiva.
Um rolo com microagulhas cria canais na pele, através dos quais são introduzidas substâncias como vitaminas e proteínas para estimular o crescimento do cabelo.
Semelhante à mesoterapia, este procedimento utiliza um rolo de microagulhas para estimular a circulação e criar um ambiente favorável para a absorção de substâncias que favorecem o crescimento capilar. O tratamento é geralmente indolor, mas requer cuidados pós-procedimento como evitar exposição ao sol.
Este é o único tratamento definitivo para alopecia androgenética. As técnicas FUT e FUE são as mais conhecidas, e envolvem a transferência de folículos de áreas não afetadas para as áreas calvas. O procedimento é feito sob anestesia local, e os resultados são notáveis após um ano.
Fique atento! Cada um desses métodos tem suas próprias vantagens e desvantagens, então é crucial consultar um especialista para determinar o melhor plano de tratamento para você.
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