Sabe aquela curiosidade sobre quanto dinheiro rola por trás dos vídeos no YouTube? Se você já se pegou pensando em virar youtuber e começar a ganhar uma grana por lá, saiba que a coisa é possível, mas tem uma matemática por trás.
Dá para faturar sim, mas quanto? Como? Essas são as perguntas que tentaremos responder a partir de agora com dados oficiais do próprio Google e de especialistas na criação e monetização de conteúdo no YouTube e em outras plataformas.
Primeira coisa: para ganhar dinheiro com o YouTube, tem que entrar no Programa de Parcerias do YouTube, o famoso YPP. E pra isso, você precisa alcançar duas metas básicas:
Parece simples? Não necessariamente. Esses 1 mil inscritos precisam vir acompanhados de um público que realmente assiste aos vídeos – não adianta ter uma galera inscrita que não dá play, né? Mas, quando você chega nesses números, já dá pra habilitar a monetização e começar a ver uns trocados entrando.
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Então, vamos à pergunta: quanto o YouTube paga? O pagamento é feito por mil visualizações monetizadas (aquelas em que os anúncios são exibidos). E o valor pago por mil visualizações (o chamado CPM) varia bastante, indo de US$ 0,25 a US$ 4,50. Em reais, isso é algo entre R$ 1,30 a R$ 23,34 por mil visualizações, considerando o câmbio atual.
Mas, antes de sonhar com esse topo de R$ 23,34, lembre-se que o CPM depende do nicho do canal e de alguns outros fatores. Nichos como finanças, saúde e tecnologia têm CPMs mais altos.
Já canais de humor, vlogs e conteúdos mais “genéricos” têm anúncios mais baratos, que pagam menos. Assim, se o tema do canal for amplo e os anúncios genéricos, a média de ganho por mil visualizações pode ficar nos R$ 0,50 a R$ 1,00.
A renda do YouTube vem dos anúncios exibidos nos vídeos. Mas o valor que você recebe vai depender de uma série de fatores:
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Se a grana dos anúncios não é suficiente, dá pra explorar outras formas de ganhar dinheiro no YouTube. E aqui vão algumas ideias:
Uma ótima saída pra quem quer turbinar a renda é criar e vender infoprodutos. Cursos, ebooks, planilhas ou qualquer material que complemente o que você ensina no canal podem virar fonte de renda. Imagine que você tenha um canal de culinária. Que tal vender um livro de receitas exclusivo? Ou, se você ensina sobre investimentos, dá pra criar uma planilha prática de controle financeiro.
Outra alternativa é o clube de membros, que é basicamente uma assinatura mensal. Por meio dele, os inscritos pagam uma taxa mensal e, em troca, recebem conteúdo exclusivo ou outros benefícios, como lives privadas, vídeos sem anúncios ou até mesmo consultorias. O mais bacana é que isso traz uma renda recorrente, mês após mês.
Durante transmissões ao vivo (ou lives), o YouTube oferece o Super Chat, que permite que a audiência faça doações em dinheiro pra aparecerem com mais destaque no chat. Tem também o Valeu Demais, que funciona como um botão de “gorjeta” e é uma forma do público agradecer por um conteúdo que eles gostaram muito.
Se você tem um canal no nicho genérico, com um CPM de cerca de R$ 2, e cada vídeo pega em torno de 10 mil visualizações, você teria um retorno de aproximadamente R$ 20 por vídeo. Parece pouco, né? Mas é um começo e, quando o público cresce e o engajamento aumenta, a conta melhora.
Agora, se o canal é de finanças, por exemplo, o CPM pode subir para R$ 20 a R$ 23. Aí, com o mesmo número de visualizações, os ganhos podem subir para algo entre R$ 200 a R$ 230. Entendeu o porquê de os youtubers do nicho financeiro estarem sempre empolgados?
Pra conseguir uma renda bacana no YouTube, algumas estratégias podem ajudar:
A resposta é: depende. Pra quem tem disciplina e criatividade, o YouTube pode ser muito lucrativo. Só não se engane – o sucesso não vem da noite pro dia. Mas, se a ideia é usar o YouTube pra um dinheirinho extra ou até mesmo como uma profissão, agora você já sabe o caminho.
Se você está pronto pra fazer vídeos e atrair um público fiel, o YouTube pode sim trazer uma boa renda. Desde que você escolha um nicho que pague bem, se dedique e explore todas as formas de monetizar. Afinal, dá pra faturar sim, mas só com conteúdo de qualidade e, claro, muita persistência!
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