Doença de Crohn / Imagem freepik
Crohn é uma doença inflamatória que normalmente afeta a parte inferior do intestino delgado, o intestino grosso ou ambos. Podendo causar cólica abdominal, diarreia, febre, perda de apetite e de peso e, em alguns casos, sangue nas fezes.
A incidência maior da doença é em adultos entre 20 e 40 anos. Podendo atingir tanto homens quanto mulheres.
As causas da doença de Crohn ainda não são totalmente conhecidas. Existe quem acredita que ela esteja relacionada a desregulação do sistema imunológico, o que provocaria a inflamação do intestino.
Muitos pesquisadores chegaram à conclusão que os fatores ambientais e genéticos podem estar associados ao desenvolvimento da doença de Crohn. Fatores emocionais também podem ser um fator de risco para a doença de Crohn.
O ideal é procurar ajuda especializada principalmente diante de quadros de diarreia persistente (sobretudo se o problema se mantém por 7 dias ou mais), caso haja a presença de sangue nas fezes ou em caso de dores abdominais recorrentes.
O tratamento geralmente envolve medicamentos para reduzir a inflamação e controlar os sintomas. Em alguns casos, pode ser necessária cirurgia.
Durante o diagnóstico o médico pode pedir alguns exames como:
Infelizmente a doença de Crohn não tem cura definitiva. Para o tratamento serão utilizados medicamentos para amenizar os sintomas e manter a inflamação controlada.
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O jornalista Evaristo Costa foi internado no mês passado para tratar uma crise relacionada à doença de Crohn. Ele foi diagnosticado com um quadro inflamatório intestinal há quatro anos.
No hospital, Evaristo publicou em seu Instagram: “Vê-se que ainda não aprendi como conviver e controlá-lo. Mas chego lá!”
Em sua publicação ele contou que foi surpreendido com uma sepse urinária, um conjunto de manifestações graves produzidas por uma infecção que pode começar em um único órgão. Entre as possíveis complicações da doença de Crohn estão infecções no trato urinário, cálculos renais e cálculos biliares. Também é possível apresentar estenoses (estreitamento do intestino), formação de fístulas (conexões anormais entre órgãos), abcessos e pólipos.
“Ainda bem que me mexi a tempo e estou recebendo o tratamento adequado num hospital de excelência do NHS (gratuito). Por enquanto, sigo sem previsão de alta, recebendo medicação intravenosa e à espera do efeito dos antibióticos e da remissão do Crohn”, completou.
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