Fadiga Crônica / Imagem Freepik
A fadiga crônica, também conhecida como síndrome da fadiga crônica (SFC), é uma condição complexa e debilitante que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. O sintoma principal dessa condição é o cansaço que pode piorar com a atividade física ou mental, mas não melhora com o repouso. Na maioria dos casos a causa é desconhecida.
Existem alguns sintomas que podem ser identificados:
A fadiga crônica pode se manifestar especialmente entre os 20 e os 50 anos. A síndrome costuma afetar mais as mulheres, no entanto, homens e crianças também podem sofrer com a síndrome, independente da idade. Níveis altos de estresse podem funcionar como gatilho para o surgimento das crises.
As pessoas que têm SFC são taxadas muitas vezes de preguiçosas, indolentes, comodistas, avessas à ideia de trabalho. Não é caso, é uma forma errada de encarar quem está com a síndrome.
Até o momento, não se sabe sequer se existe uma causa única ou se o problema é multifatorial. Alguns estudos sugerem que a síndrome da fadiga crônica pode estar relacionada com as infecções pelo Epstein-Barr (vírus da mononucleose) e o citomegalovírus, por exemplo.
Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, o diagnóstico é clínico e de exclusão, ou seja, é feito baseado nos achados da história clínica e exame físico, além de afastar outras doenças, como por exemplo: o hipotireoidismo, a apneia do sono, a depressão e os efeitos colaterais a medicamentos.
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Não existe uma cura para a síndrome da fadiga crônica. Até o momento, o objetivo do tratamento (necessariamente multidisciplinar) se volta para o alívio dos sintomas e o controle das doenças que podem contribuir para a gravidade do quadro.
Os especialistas recomendam ao paciente reorganizar seu cotidiano, evitar o estresse físico e psicológico. Entretanto, o sedentarismo deve ser combatido.
Procure ajuda médica se a sensação de cansaço, fraqueza e desânimo, assim como a dificuldade de manter a concentração e a memória ativa, estiverem atrapalhando sua rotina de vida.
O especialista mais indicado para identificar e tratar a síndrome da fadiga crônica é o reumatologista.
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