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Minha Casa Minha Vida: Governo sobe valor do imóvel para R$ 350 mil

O Minha Casa Minha Vida teve algumas de suas regras mudadas para que fosse possível atingir o maior número de famílias. De acordo com o Governo Federal, o valor máximo do imóvel subiu para R$ 350 mil (antes era de R$ 264 mil). A mudança foi autorizada pelo Conselho do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que é responsável pelos recursos, nesta terça-feira (20).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem pedindo uma elevação do teto, que já está sendo estudada pela equipe do governo. Em fevereiro deste ano foi relançada a nova versão do programa que possibilitou o aumento do limite da renda.

Mudanças no programa

  • o aumento do subsídio para aquisição de imóvel;
  • a redução dos juros para financiamento de famílias com renda mensal de até R$ 2 mil;
  • o aumento do valor máximo do imóvel que pode ser comprado pela maior faixa de renda.
  • A faixa 1 é voltada para famílias com renda bruta mensal de 2 salários mínimos (R$ 2.640);
  • A faixa 2 atende famílias com renda entre R$ 2.640,01 e R$ 4.400;
  • A faixa 3 atende famílias com renda entre R$ 4.400,01 e R$ 8.000.

O novo teto de R$ 350 mil vale para a faixa 3. A medida ajudaria com o aumento dos custos da construção civil. 

O Ministério das Cidades recebeu um pedido de Lula para estudar uma maneira de as famílias com renda entre R$ 10 mil e R$ 12 mil possam acessar o Minha Casa, Minha Vida. 

Aumento do subsídio

O subsídio é a parte do financiamento pago pela União por meio do programa habitacional. Em alguns casos, o valor colocado pelo governo pode chegar a 95% — ou seja, a família paga apenas 5% do montante.

O valor de entrada do imóvel para as famílias nas faixas 1 e 2 passou de R$ 47,5 mil para até R$ 55 mil, após aprovação do Conselho Curador do FGTS. Segundo informou o Ministério das Cidades, esse limite não era revisto desde 2017.

Taxa de juros para financiamento

As famílias com renda mensal de até R$ 2 mil pagarão um juros de 4% (antes era de 4,25%). Essa taxa é válida para as regiões Norte e Nordeste;

Para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, a taxa foi de 4,5% para 4,25% ao ano. 

Jorge Roberto Wright

Jorge Roberto W. Cunha, jornalista há 38 anos, atuando na redação de jornais impressos e digitais. Especializado em notícias de variedades, TV, entretenimento, economia e política.

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