Para quem busca uma rápida valorização dentro do mercado de trabalho, encontrando diferentes oportunidades e a chance de ganhar um salário melhor, os cursos técnicos acabam sendo excelentes escolhas para a carreira, tal como para a economia do país.
Segundo dados da Agência Brasil, os trabalhadores que concluem cursos técnicos recebem, em média, um salário 32% maior do que os trabalhadores que possuem apenas o ensino médio tradicional.
Além disso, as chances de conseguir uma boa oportunidade de emprego após a conclusão do ensino técnico também aumentam. De acordo com Rafael Lucchesi, diretor do Sesi e do Senai, o Brasil vive hoje um grande desafio relacionado à baixa produtividade de trabalhadores, o que justifica a importância da profissionalização.
Outro ponto importante é que, entre países que integram a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a Educação Profissional e Tecnológica forma um terço (32%) dos alunos do ensino médio. Já no Brasil, tal diploma é obtido por apenas 8% dos estudantes desse nível de escolaridade.
Logo, com uma formação menor de profissionais com tal diploma, a demanda por eles acaba aumentando, o que consequentemente eleva as oportunidades de trabalho, tal como a valorização deste tipo de profissional.
Além de uma maior valorização e estabilidade, os cursos técnicos também garantem uma renda média 32% superior àquelas que possuem apenas o ensino médio. Segundo levantamento, a renda média de quem possui o diploma de nível técnico varia de 2 a 4 salários mínimos por mês.
Segundo dados publicados pelo Ministério da Educação (MEC), atualmente temos mais de 220 cursos técnicos em 13 eixos tecnológicos. Com tantas opções, vem a dúvida de quais são os cursos que mais empregam no país.
Cada curso técnico pode ter sua própria peculiaridade, dependendo da região, do que é produzido e vendido em determinada localização, entre outras questões. Contudo, segundo pesquisa realizada pelo Senai, os cursos técnicos que apresentam os maiores índices de empregabilidade são:
1. Mecânica com 96,5% de empregabilidade.
2. Alimentos com 95,2% de empregabilidade.
3. Mecânica de Manutenção com 94,7% de empregabilidade.
4. Refrigeração e Climatização com 94,5% de empregabilidade.
5. Eletromecânica com 94,4% de empregabilidade.
6. Automação Industrial com 93,2% de empregabilidade.
7. Fabricação Mecânica com 93% de empregabilidade.
8. Eletrotécnica com 92,7% de empregabilidade.
9. Soldagem com 91,3% de empregabilidade.
10. Manutenção de Máquinas Industriais com 90,6% de empregabilidade.
O ministro da Educação, Camilo Santana, recentemente defendeu a ampliação do investimento em políticas públicas em educação, para que o Brasil atinja o mesmo patamar das economias mais desenvolvidas da OCDE.
Segundo o ministro, a meta do governo é que cada Estado tenha 37% dos seus alunos matriculados em escolas técnicas ou mesmo realizando cursos equivalentes de forma simultânea.
Santana afirmou ainda que está discutindo a possibilidade de o MEC contribuir com os Estados que tenham dificuldades de atingir essa meta. Ele frisou que o governo federal apenas define políticas públicas, mas cabe aos Estados e municípios a responsabilidade por grande parte da execução.
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