fonte gov.br
O final do ano está cada vez mais próximo, e com essa proximidade começam as especulações quanto a mudanças em benefícios e programas do governo, como no caso dos benefícios pagos pelo INSS, benefícios do trabalhador como o abono salarial do PIS/Pasep e até mesmo o seguro desemprego.
Se você está preocupado com as novas mudanças, pode se sentar, pois, é sobre esse assunto que nos vamos falar agora. Então, se você quer se programar para as novas mudanças nos principais benefícios continue acompanhando!
Quando falamos de benefícios como o PIS/Pasep, o seguro-desemprego, as aposentadorias e pensões do INSS é preciso entender que o reajuste de ambos ocorre com base na variação da inflação.
Inflação essa calculada com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que prevê uma alta de 9,1%. Essa variação de 9,1% é utilizada para reajustar o salário-mínimo e demais benefício do governo.
Assim, com o acúmulo da inflação em 9,1%, o salário-mínimo para 2022 deverá ter um reajuste em mesma proporção, o que fará com que o piso nacional salte de R$ 1.100 para R$ 1.200 no ano que vem.
O reajuste com base no INPC fará com que a remuneração de 50 milhões de assalariados tenham um reajuste em seus benefícios no ano que vem, onde, desse montante, 24 milhões são de segurados do INSS.
O abono salarial é pago aos trabalhadores com base no salário mínimo, assim, sempre que o piso nacional passa por reajuste o valor pago de PIS/Pasep também sofre reajuste.
Assim, os trabalhadores de carteira assinada poderão receber um benefício de até R$ 1.200 caso a nova previsão do INPC se confirme.
Vale lembrar que o abono é pago proporcional a quantidade de meses trabalhados, ou seja, quem trabalhou durante o ano todo recebe o benefício integral (um salário), já quem trabalhou menos recebe proporcional.
A legislação determina que nenhum benefício pago pelo INSS tenha valor inferior a um salário mínimo, assim, todos os segurados que recebem R$ 1.100 este ano devem ter o benefício reajustado para R$1.200, caso o índice de inflação se mantenha em 9,1%.
No caso dos benefícios pagos pelo INSS com valor superior ao mínimo, mesmo com poucos reais a mais, para identificar o reajuste, baste identificar o valor do benefício recebido neste ano e somar a uma alta de 9,1%.
Os trabalhadores demitidos sem justa causa possuem direito de receber o seguro desemprego. O benefício é pago em três a cinco parcelas a depender de quanto tempo o trabalhador exerceu atividade e de quantas vezes solicitou.
Seu valor é definido com base nos três últimos salários recebidos. Assim, os trabalhadores que exerciam atividade com valor de um salário mínimo em 2021 (R$ 1.100), podem chegar a receber R$ 1.200 no ano que vem, caso o INPC se confirme em 9,1%.
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