Quando o modelo de placas do Mercosul entrou em vigor, muitas pessoas reclamaram das mudanças, principalmente com relação à exclusão da cidade de origem dos veículos. No entanto, uma nova alteração no modelo das placas pode acontecer, aonde voltará justamente a estampagem da cidade de origem.
A mudança nas placas pode acontecer por meio de um Projeto de Lei que está tramitando na Câmara dos Deputados, lembrando que o modelo de placa não retornará para o anterior, será a placa Mercosul, só que com a informação da cidade de origem do veículo.
Leia também | Renovação da CNH pode deixar de ser obrigatória para estes motoristas
A possível mudança está prevista no Projeto de Lei 2.406/2023 de autoria do deputado Luciano Alves (PSD/PR) que, com a proposta, planeja alterar o Código de Trânsito Brasileiro para determinar que a identificação da origem do veículo aconteça diretamente através das placas traseiras e dianteiras.
A ementa da proposta versa sobre a seguinte mudança:
Altera o caput do art. 115 da Lei n° 9.503, de 23 de setembro de 1997, que Institui o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), para dispor sobre a inclusão dos nomes do Município e do Estado nas placas dianteira e traseira do veículo.
Conforme informado pelo deputado autor da proposta, o modelo atual das placas de identificação, que não carregam o nome das cidades de origem, servem para livre circulação de veículos entre países do Mercosul.
“Na prática, antes da troca de placas deveria ter ocorrido a integração do sistema único de informações sobre os veículos de todos os países de interesse comum, para efeito de fiscalização e de controle, assunto que nem foi discutido”, afirma o deputado Luciano Alves.
Para o deputado, como não houve interesse para a integração do sistema de países do Mercosul, a mudança agora significa risco maior para as pessoas, tendo a ideia de que não é possível saber de onde vem um veículo suspeito que está circulando em determinada região.
Por fim, o deputado afirmou que não será preciso comprar uma nova placa para adicionar o nome da cidade de origem, tendo em vista que para isso “uma norma infralegal de regulamentação de padronização, com fixação por rebites, e tempo para adequação se resolverá esse problema”, concluiu.
Muitos brasileiros desejam se aposentar e segundo o INSS 11% da população brasileira recebe o…
Muito provavelmente você já deve ter pensado em fazer uma faculdade, mas entre tantos motivos,…
Para conseguir ter acesso aos benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), um dos…
Os problemas de coluna são muito mais comuns do que se imagina, prova disso é…
O sistema de aposentadoria do Brasil funciona, mas está longe de ser considerado um dos…
A obesidade é um assunto sério, e quando pensamos em aposentadoria, as pessoas não fazem…