Quando falamos de radar de trânsito, normalmente estamos acostumados com aqueles aparelhos que fiscalizam a velocidade dos veículos em determinadas vias de trânsito. Mas e se te falarmos que já chegou ao Brasil e já está sendo testado um novo tipo de radar que serve para fiscalizar o barulho dos veículos?
Quem nunca se deparou com uma moto emitindo um ronco ensurdecedor? Ou ainda um carro esportivo soltando pipoco e acelerando tudo nas vias públicas? Pois é, esse tipo de som que pode incomodar muitas pessoas pode estar com os dias contados.
Um radar em experimento na cidade de Curitiba (PR), promete flagrar e autuar veículos com esse tipo de irregularidade. Contudo, apesar de já estar em pleno funcionamento, o equipamento conhecido como — radar de barulho — ainda não pode multar os infratores.
O radar de barulho nada mais é do que um equipamento que é instalado junto com o radar de fiscalização eletrônica que mede a velocidade dos veículos, ou seja, um mesmo radar pode medir tanto a velocidade quanto o barulho emitido pelos veículos.
Dessa maneira, a partir do momento em que uma fonte sonora acima de um determinado nível de decibéis ultrapassa o limite indicado, o sistema é automaticamente acionado e começa a tirar fotos e gravar vídeos de possíveis fontes sonoras ruidosas irregulares.
Dessa maneira, os sons capturados com níveis acima do que são pré-estabelecidos, independente de ser carro, moto ou até mesmo caminhão, qualquer objetivo que trafegue na pista acima do limite pode ser captado e analisado.
O aparelho em teste na cidade de Curitiba está contribuindo para servir como parâmetro para futuras decisões dos órgãos federais responsáveis.
Isso porque, o Contran, Conama e Inmetro precisam primeiro regulamentar normas técnicas para que esse tipo de equipamento possa fiscalizar ruídos de forma autônoma e metrológica. Dessa forma, os testes em Curitiba servirão como subsídio para informações e decisões do melhor cenário nos demais estados.
Lembrando que o novo radar de ruídos já existe em países de primeiro mundo, como a exemplo da França, onde o monitor existe há alguns anos.
Todavia, devido à falta de regulamentação do equipamento no Brasil, os motoristas ainda não podem sofrer infrações devido ao excesso de ruído. Entretanto, os dados estão sendo processados e devem fomentar ações futuras.
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