Taylor Swift na The Eras Tour (Kevin Mazur/TAS Rights Management/Getty Images)
O Show da Taylor Swift virou alvo favorito dos Procons, graças à empresa responsável por vender os ingressos. Depois de São Paulo, o Procon-RJ também notificou a empresa nesta quinta-feira (15), pela segunda vez.
A decisão veio depois que os consumidores começaram a fazer denúncias contra a empresa. Foram informadas irregularidades na venda de ingressos, que se esgotaram rapidamente e agora são encontrados em sites não oficiais.
“Sempre que são identificados problemas na comercialização de ingressos para eventos realizados dentro do Estado, o Procon/RJ busca apurar a ocorrência de violação aos direitos dos consumidores, as quais, se forem comprovadas, podem resultar na aplicação de multa às empresas infratoras”, diz o Procon em nota.
Do dia 13 de junho até agora, já foram expedidas duas notificações para a T4F, organizadora do show da cantora Taylor Swift, que será realizado no mês de novembro.
As reclamações são muitas, dentre elas a comercialização das entradas. Segundo os consumidores está havendo venda casada, o não cumprimento da lei da meia entrada. Também existem reclamações referentes a falta de informações quanto a quantidade de ingressos disponibilizados.
Sites não oficializados subiram o valor dos tíquetes para preços exorbitantes. Supostas fraudes também foram denunciadas. Isso porque a pessoa compra, paga, mas não recebe o ingresso.
Uma das preocupações do Procon é como foi feita a organização das filas virtuais:
se há limitação do número de ingressos comprados por pessoa; e quais medidas adotadas a fim de impedir que os bilhetes sejam comprados por revendedores não autorizados, dificultando que outros consumidores os adquiram pelo valor praticado.
O Procon alerta que não é permitido a realização de venda casada de ingressos. Também informa que a empresa precisa informar de forma clara ao consumidor, a quantidade de ingressos disponíveis, incluindo-se os de meia entrada.
Também foi notificado pelo Procon-RJ o site de revendas Viagogo. Está sendo exigido que o site explique qual foi a forma de comercialização, se há autorização dos organizadores, qual a justificativa para os preços aplicados e qual a segurança fornecida aos consumidores.
A T4F e o Viagogo têm 10 dias para apresentar resposta aos questionamentos do Procon. Não sendo demonstrada a regularidade de suas condutas, será aberto processo administrativo.
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